
Perguntas frequentes
O que empresários, profissionais liberais e sócios costumam nos perguntar antes de fechar contrato. Respostas diretas, sem promessa de resultado e no mesmo tom da nossa conversa no escritório.
Começando
Para quem vai abrir a primeira empresa ou ainda decide o formato do negócio.
Quanto tempo leva para abrir uma empresa em Palmas?
Com a documentação em mãos, a abertura costuma levar de uma a três semanas, somando o registro na Junta Comercial do Tocantins, a emissão do CNPJ na Receita Federal e as inscrições estadual e municipal. O prazo varia conforme a atividade: algumas exigem alvará sanitário, licença ambiental ou registro em conselho de classe, e essas etapas dependem de órgãos externos. Empresas de serviço sem licenças especiais tendem a ficar prontas mais rápido. Na primeira conversa mapeamos cada etapa e informamos uma estimativa realista para o seu caso.
Quais documentos preciso para abrir minha empresa?
Dos sócios, precisamos de RG, CPF, comprovante de endereço e, quando houver, certidão de casamento. Da empresa, o endereço onde ela vai funcionar, com IPTU ou contrato de locação, a definição do capital social, a participação de cada sócio e a descrição das atividades que serão exercidas. Se algum sócio já tiver certificado digital, o processo anda mais rápido, porque boa parte dos registros é assinada eletronicamente. Enviamos uma lista de verificação no início do trabalho para que nada fique faltando.
Quanto custa abrir uma empresa?
O custo se divide em taxas dos órgãos públicos, como Junta Comercial e prefeitura, e nos honorários do escritório pelo serviço de constituição. As taxas são tabeladas e mudam conforme a natureza jurídica e o município; os honorários dependem da complexidade do contrato social e das licenças envolvidas. Também vale prever o certificado digital, obrigatório para a maioria das empresas, e eventuais taxas de conselhos profissionais. Preferimos apresentar um orçamento fechado depois de entender a atividade, em vez de informar um valor genérico que não se confirma.
MEI ou ME? E como escolher o regime tributário?
O MEI é indicado para quem trabalha sozinho ou com no máximo um empregado, fatura dentro do limite anual vigente e exerce uma atividade permitida na lista oficial. Fora dessas condições, a saída costuma ser a microempresa ou a empresa de pequeno porte, que abrem a escolha entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. A decisão depende de faturamento, margem de lucro, folha de pagamento e da atividade, e a opção mais barata para um negócio pode ser a mais cara para outro. Fazemos uma simulação comparando os regimes antes da abertura, e revisamos a escolha todo início de ano, quando a legislação permite a troca.
Trocando de contador
Para quem já tem empresa e quer migrar a contabilidade para a Diniz.
Como funciona a migração e o que a Diniz precisa receber?
A troca começa com um diagnóstico da situação atual da empresa: certidões, parcelamentos em aberto, obrigações acessórias entregues e regime tributário vigente. Em seguida, solicitamos ao escritório anterior os arquivos e os livros contábeis e fiscais, como balancetes, SPED, folhas de pagamento e o histórico dos últimos exercícios. Enquanto isso, cuidamos da procuração eletrônica na Receita Federal e dos acessos aos portais estaduais e municipais. Você acompanha o processo por um único canal e não precisa intermediar a conversa técnica entre os escritórios.
Existe multa ou impedimento para mudar de contador?
Não há impedimento legal para trocar de contabilidade em qualquer momento do ano, e o cliente tem direito de acesso aos seus próprios documentos e livros. O que pode existir é uma cláusula de aviso prévio ou de fidelidade no contrato firmado com o escritório atual, por isso vale ler o contrato antes de comunicar a saída. Pendências de honorários também costumam atrasar a liberação de documentos, então recomendamos encerrar a relação anterior de forma limpa. Se preferir, analisamos o contrato com você e orientamos a melhor forma de conduzir a transição.
Quanto tempo leva até a Diniz assumir a rotina?
Na maioria dos casos, a migração fica concluída em duas a quatro semanas, sem interrupção das obrigações mensais. O fator que mais influencia é a agilidade do escritório anterior em disponibilizar os arquivos, o que costuma acontecer em poucos dias quando a relação está regularizada. Assumimos a apuração dos impostos e a folha a partir do mês combinado, e revisamos o período anterior para identificar inconsistências que precisem de retificação. Assim, você não fica sem contador em nenhum momento.
Rotina e prazos
O dia a dia da relação entre a empresa e o escritório.
O que preciso enviar todo mês e quais são os prazos?
A rotina mensal inclui extratos bancários, notas fiscais de entrada e saída, comprovantes de despesas, informações de admissão e desligamento e qualquer variação na folha, como horas extras e faltas. Quanto antes recebemos esses documentos, mais cedo apuramos os impostos e emitimos as guias, que têm vencimentos fixos: o Simples Nacional e o FGTS vencem no dia 20, e o INSS e o IRRF costumam vencer até o dia 20 do mês seguinte, com calendários próprios para ISS e ICMS. Definimos com cada cliente um cronograma de envio e avisamos com antecedência sobre as guias a pagar. Documentos que chegam atrasados aumentam o risco de multa e juros, por isso insistimos tanto na regularidade.
Qual a diferença entre pró-labore e distribuição de lucros?
O pró-labore é a remuneração do sócio pelo trabalho na empresa: funciona como um salário, tem incidência de INSS e, dependendo do valor, de imposto de renda na fonte. A distribuição de lucros é a parcela do resultado que a empresa apura e reparte entre os sócios, e não sofre tributação na pessoa física desde que exista lucro comprovado pela contabilidade. Os dois convivem: a legislação exige que o sócio que trabalha tenha pró-labore, e o lucro só pode ser distribuído com a escrituração em dia. Definir o valor do pró-labore com critério faz diferença no imposto total e na aposentadoria futura do sócio.
Como funciona a folha de pagamento com a Diniz?
Você informa admissões, desligamentos, férias e as variáveis do mês, como horas extras, faltas e comissões, e nós calculamos a folha, geramos os holerites, os encargos e as guias de FGTS e INSS. Também cuidamos dos eventos do eSocial nos prazos exigidos, do décimo terceiro e das rescisões, sempre com base na convenção coletiva da categoria. Admissões precisam ser informadas antes do primeiro dia de trabalho, porque o registro no eSocial é prévio. Um fluxo organizado nessa área evita a maior parte dos passivos trabalhistas.
Serviços e atendimento
Honorários, formato de atendimento e serviços complementares.
Como funcionam os honorários contábeis?
Os honorários são mensais e definidos em contrato, com base no regime tributário, no volume de documentos e notas, na quantidade de empregados e nos serviços contratados. Serviços pontuais, como abertura, alterações contratuais, planejamento tributário ou constituição de holding, são orçados à parte. Não trabalhamos com valor único para todo tipo de empresa, porque uma padaria com dez funcionários e uma clínica com dois sócios exigem rotinas muito diferentes. Após o formulário de orçamento ou uma conversa inicial, enviamos uma proposta detalhada, sem surpresas ao longo do contrato.
Atendem empresas de outras cidades ou apenas em Palmas?
Nosso escritório fica em Palmas, mas atendemos clientes em todo o Tocantins e em outros estados de forma remota. A troca de documentos é feita por canais digitais, as reuniões acontecem por videochamada quando necessário, e o certificado digital permite assinar e transmitir tudo à distância. Para quem prefere o contato presencial, recebemos na Quadra 103 Sul, na Avenida Juscelino Kubitschek, de segunda a sexta, das 8h às 18h. O nível de atendimento é o mesmo nos dois formatos.
Preciso de certificado digital? Vocês emitem?
Sim. O certificado digital é obrigatório para a maioria das empresas, pois é ele que assina a emissão de notas fiscais, o acesso ao e-CAC, o eSocial e os registros na Junta Comercial. Trabalhamos com a emissão e a renovação de e-CNPJ e e-CPF, nos modelos A1 e A3, em parceria com o Grupo In9ve, do qual a Diniz faz parte. Acompanhamos a validação e avisamos antes do vencimento, para que a empresa nunca fique sem certificado válido. O MEI é uma das poucas exceções, mas mesmo ele precisa do certificado em algumas situações.
O que são holding, BPO financeiro e planejamento tributário, e quando fazem sentido?
Planejamento tributário é a revisão da forma como a empresa é tributada, comparando regimes e estruturas dentro do que a lei permite, e faz sentido para qualquer empresa que nunca reviu a escolha feita na abertura ou que mudou de porte. BPO financeiro é a terceirização da rotina de contas a pagar e a receber, conciliação bancária e cobrança, indicado para quem quer tirar essa operação do dia a dia do sócio sem contratar uma equipe própria. A holding é uma estrutura societária para organizar patrimônio e participações, útil quando há mais de uma empresa, imóveis relevantes ou a intenção de planejar a sucessão. Em todos os casos, começamos com um diagnóstico e só recomendamos a estrutura se ela trouxer ganho real e seguro para o seu caso.
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Cada empresa tem uma situação própria. Conte a sua para a nossa equipe e receba uma orientação inicial sem compromisso, de segunda a sexta, das 8h às 18h.

